Match Day aconteceu nesta quarta-feira (07), das 9h às 12h, no Hotel Maksoud Plaza, e deverá contar com a presença de 60 possíveis fornecedores da nova planta em Pernambuco

 

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Com o objetivo de atrair mais fornecedores para a nova fábrica do Aché, que terá a fase 1, embalagem e distribuição, inaugurada em outubro deste ano, dentro do Complexo Industrial Portuário de Suape em Pernambuco, o Governo do Estado, por meio de sua Secretaria de Desenvolvimento Econômico, realiza em São Paulo o “Match Day Aché”. O evento, que aconteceu nesta quarta-feira (07), das 9h às 12h, no Hotel Maksoud Plaza, contou com a presença de 60 fornecedores. O encontro foi organizado pela Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) e pelo próprio Porto de Suape. A iniciativa mostra que Pernambuco continua apostando na prospecção de novos negócios, mesmo com a atual crise econômica.

O Match Day é destinado a criar um ambiente de oportunidade de negócios, proporcionando o fortalecimento da cadeia produtiva de um empreendimento específico com fornecedores. Neste evento na capital paulista, o Aché fará a divulgação das suas necessidades básicas de fornecimento de matéria-prima e suporte operacional às atividades, e o Governo de Pernambuco apresentará as vantagens competitivas do estado para a atração de novos investimentos, incluindo detalhamento de incentivos fiscais.

Esses encontros estão sendo realizados com fornecedores de indústrias em implantação, capitaneadas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, por meio da AD Diper, para fomentar as cadeias produtivas do estado. De janeiro a julho deste ano, o Governo de Pernambuco realizou a atração de 80 novas empresas de diferentes áreas de atuação, totalizando aportes previstos de R$ 12,6 bilhões.

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Segundo o presidente da AD Diper, Roberto Abreu e Lima, o trabalho de atração de investimentos produtivos (industriais, comerciais e serviços) continua sendo imprescindível para o Governo de Pernambuco, mas só isso não basta. Ele explica que é preciso dar todo o suporte para as empresas já instaladas, como também, ao conseguir atrair novos empreendimentos, fazer o trabalho de adensamento da cadeia produtiva.

“Devido à proximidade da inauguração da indústria em Suape, surgiu a necessidade de uma apresentação detalhada a potenciais fornecedores da cadeia de suprimentos do Aché sobre o volume que será adquirido pela fábrica assim que for inaugurada”, afirma Abreu e Lima, acrescentando: “O objetivo é passar em São Paulo boas informações sobre quais são as vantagens de se investir em Pernambuco e quais as demandas da unidade a ser inaugurada em Suape. Vale a pena frisar que essas empresas já fornecem ao grupo Aché. Além disso, novas fábricas do setor farmacêutico estão em negociação com o nosso estado”.

O diretor industrial do grupo Aché em Pernambuco, Marcio Freitas, comenta a relevância da iniciativa. “Esta é mais uma excelente oportunidade para o Aché estreitar relacionamento e trocar experiências com fornecedores atuantes em segmentos relevantes para a indústria. Além disso, nos possibilita conhecer mais profundamente o trabalho desempenhado por cada um deles. Assim como o Aché poderá apresentar todas suas necessidades e níveis de qualidade esperado de seus fornecedores”, comenta.

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O Aché é um dos maiores investimentos privados anunciados nos últimos anos no Brasil. O grupo vai aplicar R$ 660 milhões na construção da fábrica de medicamentos e do centro de distribuição, gerando 500 empregos diretos e 2,5 mil indiretos. A partir de outubro, quando começam as atividades em Suape, a planta entra na fase de testes com a produção do primeiro lote de embalagens de comprimidos e cápsulas. Os insumos serão trazidos de Guarulhos (SP) em granel por meio de caminhões, para o complexo fabril de Pernambuco, onde serão embalados e distribuídos para as regiões Norte e Nordeste. O grupo utiliza, desde o segundo trimestre desse ano, o Porto de Suape como porta de entrada dos equipamentos destinados para a fábrica.

A segunda etapa do projeto, que contempla a fabricação de medicamentos, está prevista para ser iniciada em 2021. Nessa fase, o Porto também passará a exportar os produtos feitos na unidade. Quando estiver em pleno funcionamento, a fábrica terá capacidade para produzir 435 milhões de unidades de fármacos por ano.

agosto 2019

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